16.8.17

Linden Twins ♫ ♬ Capítulo 67 por Mel Kiryu


Capítulo 67

      Como Luciel ainda não terminara a mudança, a TV, seu video game e os jogos também ocupavam uma parte de seu quarto.
    Jiang não tinha percebido na primeira vez que penetrara no cômodo, mas após comerem sobras de estrogonofe requentado na cozinha, sentaram no chão bem ao lado do outro, recostados numa parte da cama e Luciel selecionou na tela de sua TV a opção para dois jogadores em uma das versões de Guitar Hero que tinha.

Hasu no Hana Capitulo 12 por Rima-san


Capitulo 12
O coração bate mais acelerado longe da sua outra metade

Tinha prometido, e todos os dias cumpria.
Como algo sagrado, assim que chegava em casa do trabalho ligava para Yasuhiko, ele sempre atendia prontamente do outro lado da linha, como se esperasse todo dia em frente ao telefone alguma chamada.

Devalli Demons Capítulo 51 por Golden Moon


Capítulo 51

Gilbert não se aconchegava facilmente no colo de outra pessoa. Era como um gato desconfiado... Precisa ter confiança pra pega-lo no colo e acariciar. Arthur sentou-se ao lado dela e continuou a admira-la. Os dedos finos de Elizabeth coçaram o nariz dele e Arthy soltou aquela risada gostosa, apertando os olhinhos.

Cuidadosa, Elizabeth deitou o corpo magrinho de Gilbert sobre a cama e ele se remexeu, como se sentisse falta do colo dela.

Fanart "Victor Nikiforov" por Rima-san

 

  Saudações de Saturno!

  Dessa vez a Rima inovou e fez uma fanart usando a técnica da aquarela, usando uma caneta especial resistente a água para fazer os contornos.
  Clique em Leia Mais para conferir, por favor. ^^"

13.8.17

Red District This Side of the Moon 6 por C.C & Mel Kiryu

 
Imagem que ilustra o personagem Kirisawa
    Prólogo

        Eu estava acostumado a ser agredido, vez ou outra.
       Não que eu fosse indiferente ou ficasse numa boa. Dependendo do tipo de agressão que se mesclava ao sexo, eu apenas chorava por não saber como externar a dor.
      E minha dor, significava o prazer absoluto do cliente.
      Havia situações em que eu não chorava, mas sentia-me humilhado.
      Eu vivia a me despedaçar, tendo que me refazer e sorrir no dia seguinte como o antes não tivesse sido coisa alguma.
      Nem todos os clientes eram ruins, havia situações em que pagavam para ter uma hora comigo e no fim, desejavam ter apenas alguém com quem desabafar.
     Algumas noites eram mais tranquilas, outras eram infernais.
     Mas, devo dizer que nada me deixou tão mal, tão despedaçado... Quanto a bofetada desferida por Master em meu rosto.

O Segundo Anjo - Crônicas de Antuerpéria parte 4 Chapter 4 por Mel Kiryu


Parte 4 Chapter 4 O chamado do demônio

__Pense, Shou.
    A voz de Saejin pediu, a rodear devagar o anjo de cabelos azuis.
__Ao te trazer para cá, conheceu um pouco desse mundo e teve sua chance de voltar para a insípida morada dos Anjos... Acaso foi minha culpa o fato de permancer neste lugar?
__Saejin... Todo esse tempo em Antuerpéria... Você esteve a me rondar?

Devalli Demons Capítulo 50 por Golden Moon


Capítulo 50

Involuntariamente, meus braços agarraram Philippe e ele se atou em meu corpo, procurando segurança em meu abraço. Eu ouvi um soluço e me toquei que Philippe estava chorando.

– O que vamos dizer aos outros? – disse, ponderando cada palavra que dizia – Vão sentir falta dele.

– Vamos esperar aqui, talvez ele volte logo.

Philippe foi se desatando dos meus braços, mas seu gesto lento me dizia que ele não queria se apartar de mim. Olhei em seu semblante, as lágrimas ainda surgiam nos olhos e em nenhum momento ele as enxugou. Deixou que elas rolassem livre por se rosto, molhando-o por completo.

12.8.17

Red District This Side of the Moon 5 por C.C & Mel Kiryu

   
Essa é a imagem que representa o Jin que esqueci de colocar no capítulo 3.

    Capítulo 5 por C.C

           Não era preciso ser muito inteligente para perceber que o meu humor estava de cortar à faca. E como já me conheciam e sabiam o que acontecia quando andava assim a maioria dos funcionários do host nem sequer tentava aproximar-se de mim. Logo encontrava-me sozinho no meu escritório deitado sobre o sofá e a apodrecer enquanto a imensidão de pensamentos me consumia em câmara lenta.
Ainda podia sentir a pele suave na palna da minha mão. Não sei o que me deu, sabia que não estava no direito de exigir o que quer que fosse daquele rapaz que acabara de conhecer, sabia o tipo de trabalho que fazia e claro que sabia tudo o que isso implicava e especialmente o tipo de clientes que procuravam aqueles serviços. Infelizmente em outros tempos tive o desprazer de conhecer esse lado das coisas, uma das razões pelas quais sou tão rigido com as regras do clube. Seja como for sou consciente de que fui longe demais.

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