28.4.18

Hoshi wa shitte iru 16 por Rima-san & Mel Kiryu


Capitulo 16
Os delitos de um amor não proibido (por Rima-san)

            Nós dois tínhamos combinado de passar a noite numa pensão, eu estava alegre e nervoso ao mesmo tempo, mandei uma mensagem a Chiaru pedindo que inventasse uma desculpa para eu não passar a noite em casa, sei que ela me respondeu mas não cheguei a ler sua resposta pois não queria preocupar ou estragar o momento com Lang.
            Naquele quarto de pensão tão simples, eu me podia mostrar por completo a Lang, mas eu tinha meus receios e ao mesmo tempo minhas certezas duque queria, mas tudo era tão contraditório… eu queria beija-lo, toca-lo… E meus gestos eram tão contidos e ao mesmo tempo bruscos, ao joga-lo sobre a cama, eu já não segurava a minha excitação…

          Lang conseguia ser tão doce e sensual, ele me cativava de todas as maneiras e suas mãos percorriam meu corpo provocando ainda mais o meu desejo, não tinha como eu lhe resistir, acabei sentindo uma pontada quando ele segurou o meu pênis rijo com seus dedos, eu sentia vergonha, não dele me tocar, mas de estar tão duro apenas com as suas carícias.
        Ele me deixava louco e eu não consegui evitar de dizer o que tinha na minha garganta.
_Eu… realmente gosto de ti…._ Eu tinha meus dedos entranhados no seu cabelo, tudo parecia tanto um sonho, que eu necessitava de afirmar que era realidade, a mais bela realidade com que alguma vez tinha sonho, por resposta obtive um beijo  demorado, eu já não sabia quando aquela noite iria acabar… mas se pudesse prologava-a ao máximo.
           Eu podia dizer que quem estava conduzindo aquela cena era Lang, entre beijos ele puxou meu membro ereto para fora das calças, seus lábios deslizaram para um dos meus mamilos, eu não conseguia evitar, mordi meu próprio lábio tentando esconder meus gemidos, mas isso parecia quase impossível, sentir sua ereção junto a mim ainda me deixava mais excitado, cada poro do meu corpo afirmava que queria ser tocado por Lang.
           Ele subiu com os lábios numa nova leva de beijos por meu pescoço, até alcançar meu olhar, um olhar tão bonito… já sua voz parecia uma mistura de manha e sensualidade.
_Eu quero te satisfazer… Posso Katsuo?_ Lang ainda me parecia mais bonito de frente para mim como lhe negar eu não conseguia, mas devia? Eu não sei…
_Eu.._ O que dizer? Eu não sabia ao certo, minha excitação me desnorteava… não quem me desnorteava era ele._ Eu… quero…
             Eu me surpreendi quando ele se montou em cima de mim em posição invertida á minha, era uma boa maneira de me puder acariciar meu pênis livremente, acariciou toda a extensão do membro e sorveu com a boca úmida a gotícula que se formava na cabeça do pênis, eu não podia enxergar direito, mas imaginava um sorriso pervertido em seu rosto e nisso pôs-se a chupar-me, eu não conseguia conter mais os gemidos.
            Entres meus gemidos vergonhosos debati-me com seu pênis perto do meu nariz, ele tinha a calça aberta, se ele me estava a satisfazer daquele jeito, eu também o podia fazer, toquei-o gentilmente, um pouco receoso na verdade, e segurando eu meus dedos beijei-lhe a glande, ah…. Ele ainda me parecia provocar mais usando sua boca.
           Eu também podia usar a minha, eu… não sabia como na verdade, deslizei minha língua sobre toda a extensão do pênis e fechei os olhos começando-o a chupar, eu também queria que ele sentisse o que eu estava a sentir.
         Experimentei ouvir Lang gemer, um gemido abafado, sua lombar ondulava levemente sobre o meu corpo, segurou no meu pênis e de novo mergulhou sua boca nele, aquele vai vêm  da sua boca é tão fremente… Eu não conseguia aguentar mais gemi alto, apertando o membro dele em meus dedos, eu sabia, eu ia gozar e pior a imagem de o ver sujo com meu sêmen se formou tão depressa na minha mente que isso me deixava mais louco.
          Lang tinha o meu pênis enterrado na sua boca quando cheguei ao meu ápice , eu gozei tudo dentro da sua boca, não deu bem para eu pensar pois ele chegara ao orgasmo pouco depois de mim, seu gozo saltou para o meu rosto, eu fechei por um momento os olhos e quando os abri procurei    Lang, um vestígio de sêmen ainda aparecia no canto dos seus lábios, com uma mão lhe limpei a face, devia ter sido horrível, engolir sem querer o meu gozo e com a outro limpei a minha face, eu sentia meu coração palpitar depressa demais e me aconcheguei junto dele, beijando-lhe os lábios, o sabor do meu esperma ainda estava em sua boca.
         Ele ajeitou seu corpo junto de mim, seu sorriso era de pura satisfação, o azul dos seus olhos parecia mais intenso duque antes.
_Desculpe ter sujado teu rosto…_ Lang se desculpou quando no facto eu que tinha de desculpar.
_Isso não é nada… eu fiz bem pior._ Trinquei o lábio e olhei de manso para ele e ele se riu .
por um momento
_Isso não foi nada… Para mim foi uma sensação boa, ter seu sémen descendo pela minha garganta.
_Não digas asneiras… e se… te engasgasses? Ou… sei lá não tem como ser algo bom…_ Ele me beijou no ombro com um carinho desmesurado, eu recebia mais carinho dele do que de qualquer outra pessoa.
_Não pense assim Katsuo…. Eu engoli uma parte de você, não percebe? E eu gosto de tudo o que vem de você._ Uma das suas mãos tocou meu peitoral, tive vontade de a segurar para mim, eu também queria uma parte de Lang_ Mesmo se um dia me der sua raiva, ainda vou querer para mim… É o sinal que estamos juntos…
_Lang… eu sou egoísta… também queres essa parte para ti? Porque eu não… não te quero por partes, eu… quero-te por inteiro…todo só para mim…_ Beijei a palma da sua mão, eu não queria que aquela noite acabasse, não queria voltar para casa sem ele, eu queria respirar todos os minutos ao seu lado.
           Lang olhou para mim calado por um momento, como preso em suspenso nas minhas palavras, então ele se ajeita ao meu lado entrelaçando suas pernas ás minhas, enquanto seus dedos afagaram meus cabelos.
_É… quero seu egoísmo…_Ele confirmou num sussurro mordicando o próprio lábio inferior._ Mas não me precisa pedir para você….Já me tem Katsuo… desde a noite que cai em cima de você por causa de Vogel.
_Foi o destino…_ Sorri sem me aperceber, aquela noite mudou tudo á minha volta, meus desejos e meus anseios…
           Ao ouvir réplica, Lang abriga-se contra o ombro e parte do peitoral dele a exalar um suspiro pensativo.
_Pode ter sido o destino…Mas, nem por isso meu pai vai me perdoar quando descobri sobre nós._ Eu percebia sua angustia, também minha família me viraria as costas com toda a certeza.
_Meu pai certamente não fará diferente do seu… mas Lang nesse dia… ter teu abraço é o suficiente…_ Fechei os olhos tentando apagar essa ideia da minha mente, esse dia que nunca chegasse.
_Depois… quer tomar um banho comigo?_ Lang pergunta macio esboçando um sorriso contra minha pele.
_ Parece me bem… um banho contigo é sempre coisa boa…_ Beijei sua bochecha, os dois fechados numa casa de banho oferecia-me novas expectativas.

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